Off with their heads!!!
Estou indo para o epicentro do poder federal.
Então o final de semana foi uma coisa cheia de mimos domésticos para amenizar os dias que passaremos separados.
Como qualquer casal classe média que se preze nossos mimos incluem um cineminha. Daí que fomos, finalmente, ver Alice do Tim Burton (Alice in Wonderland, 2010).
Tinha como dar certo não.
Primeiro porque eu nem acho a estória grande coisa. Não foi dos livros que me marcaram na infância. Nem na adolescência quando o reli juntamente com Alice no País do Espelho. Quando reli ambos, já adulto, tão pouco me impressionei.
Tim Burton, na boa, deu o que tinha para dar no Edward, espremeu o bagaço no Peixe Grande e empacou na Noiva Cadáver. São uns minutos de filme e manda todo mundo para o subterrâneo das árvores retorcidas, noturno e fumê. Sim, sim, fumê, datadinho que nem a meia-calça de nylon.
Johnny Depp eu nunca suportei. Não vejo nenhuma diferença entre qualquer de suas atuações (a não ser a peruca) e não o acho bonito e muito menos interessante. O único instinto que ele me desperta é vontade de pegar água e sabão e sair lavando tudo. Pronto, falei.
Agora, acho bonitinho a devoção do diretor a sua esposa Helena Bonham Carter O filme, me parece, é feito em torno do bem estar dela. Todo mundo tem olheiras, para ela não se sentir feia e a escolha de um elenco sempre incapaz de mudar a expressão facial (Mia Wasikowska, Johnny Depp, Anne Hathaway) para ela parecer a melhor coisa do filme.
Blábláblá, filme chato. E como qualquer filme novo da Disney, serve como catálogo para uma infinidade de produtos licenciados. Ou aquele tipo de filme que não faria a menor diferença se não tivesse sido feito.
Agora, requinte de crueldade é o final... Alice largar mão do país das maravilhas, negar um pedido de casamento, para virar uma business woman que acredita nos seus sonhos é muita modernidade. Afinal, como falava no texto anterior, Alice não precisa de mais nada nessa vida, pois ela aaaaaaaaaaaaaaaaama o seu trabalho.
Segue Alice, não mais vaporosa em tules, mas engravatinha para mais uma viagem de trabalho.
Acorda, Alice!
Também sigo eu.
Então o final de semana foi uma coisa cheia de mimos domésticos para amenizar os dias que passaremos separados.
Como qualquer casal classe média que se preze nossos mimos incluem um cineminha. Daí que fomos, finalmente, ver Alice do Tim Burton (Alice in Wonderland, 2010).
Tinha como dar certo não.
Primeiro porque eu nem acho a estória grande coisa. Não foi dos livros que me marcaram na infância. Nem na adolescência quando o reli juntamente com Alice no País do Espelho. Quando reli ambos, já adulto, tão pouco me impressionei.
Tim Burton, na boa, deu o que tinha para dar no Edward, espremeu o bagaço no Peixe Grande e empacou na Noiva Cadáver. São uns minutos de filme e manda todo mundo para o subterrâneo das árvores retorcidas, noturno e fumê. Sim, sim, fumê, datadinho que nem a meia-calça de nylon.
Johnny Depp eu nunca suportei. Não vejo nenhuma diferença entre qualquer de suas atuações (a não ser a peruca) e não o acho bonito e muito menos interessante. O único instinto que ele me desperta é vontade de pegar água e sabão e sair lavando tudo. Pronto, falei.
Agora, acho bonitinho a devoção do diretor a sua esposa Helena Bonham Carter O filme, me parece, é feito em torno do bem estar dela. Todo mundo tem olheiras, para ela não se sentir feia e a escolha de um elenco sempre incapaz de mudar a expressão facial (Mia Wasikowska, Johnny Depp, Anne Hathaway) para ela parecer a melhor coisa do filme.
Blábláblá, filme chato. E como qualquer filme novo da Disney, serve como catálogo para uma infinidade de produtos licenciados. Ou aquele tipo de filme que não faria a menor diferença se não tivesse sido feito.
Agora, requinte de crueldade é o final... Alice largar mão do país das maravilhas, negar um pedido de casamento, para virar uma business woman que acredita nos seus sonhos é muita modernidade. Afinal, como falava no texto anterior, Alice não precisa de mais nada nessa vida, pois ela aaaaaaaaaaaaaaaaama o seu trabalho.
Segue Alice, não mais vaporosa em tules, mas engravatinha para mais uma viagem de trabalho.
Acorda, Alice!
Também sigo eu.
Marcadores: cinema

