
As férias já estão bem no passado.
A rotina já tomou seu lugar.
Curiosamente, a gente está curtindo agora as lembranças da penúltima viagem, pois só agora podemos usar as roupas novas de frio e cozinhar com os ingredientes mais pesados. É um tal de cafés, chás e chocolates. E, como não brincamos em serviço, é hora de abrir as latas de foie gras.
Mas principalmente, é tempo de casa cheia. Porque faz parte da nossa festa compartilhar as coisas com as pessoas queridas. Daí que todo o final de semana tem casa cheia, burburinho de cozinha, arranjos de flores, velas acesas. Tudo como a gente gosta.
As vidas coorporativas tão pouco dão trégua, mas não tenho a mínima disposição de falar sobre isso agora. Bem melhor pensar que já temos uma mini-viagem agendada. Também temos uma maiorzinha...
Então, para “encerrar” o capítulo das últimas férias, falta deixar uns comentários sobre Madri.
Madri era a parte segura da viagem. Caso odiássemos Barcelona, ainda teríamos a já amada Madri como chave de ouro.
Tiro certo. E com a sempre vantagem de redescobrir uma mesma cidade.
Calor sem praia, mas com liquidações de encher sacola.
Fins de tarde sem mojitos, mas com sangrias perfeitas e com o memorável tinto de verano.
Madri faz bem aos olhos. É uma cidade linda exatamente em seus atributos urbanos: avenidas, prédios, parques, monumentos, fontes. É histórica, é culta (o Prado sempre merece uma nova visita, o Reina Sofia nem parece um museu, de tão tranqüilo e arejado). Tem aquele fuso horário próprio que tanto nos faz sentido.
E dessa vez, Madri ganhou novos sabores. Mais uma vez nos deliciamos com os bocadillos de calamares, as porções de presuntos, as fatias de tortilla, as batatas com maionese de alho. Mas descobrimos os boquerones fritos, os queijos de leite de ovelha, as azeitonas recheadas. E tudo isso e mais no espetacular Mercado de San Miguel, reaberto depois da nossa primeira estada e agora descoberto por acaso, mas que virou nosso ponto diário de almoço e a mais perfeita tradução do que uam experiência gastronômica pode ser.
A rotina já tomou seu lugar.
Curiosamente, a gente está curtindo agora as lembranças da penúltima viagem, pois só agora podemos usar as roupas novas de frio e cozinhar com os ingredientes mais pesados. É um tal de cafés, chás e chocolates. E, como não brincamos em serviço, é hora de abrir as latas de foie gras.
Mas principalmente, é tempo de casa cheia. Porque faz parte da nossa festa compartilhar as coisas com as pessoas queridas. Daí que todo o final de semana tem casa cheia, burburinho de cozinha, arranjos de flores, velas acesas. Tudo como a gente gosta.
As vidas coorporativas tão pouco dão trégua, mas não tenho a mínima disposição de falar sobre isso agora. Bem melhor pensar que já temos uma mini-viagem agendada. Também temos uma maiorzinha...
Então, para “encerrar” o capítulo das últimas férias, falta deixar uns comentários sobre Madri.
Madri era a parte segura da viagem. Caso odiássemos Barcelona, ainda teríamos a já amada Madri como chave de ouro.
Tiro certo. E com a sempre vantagem de redescobrir uma mesma cidade.
Calor sem praia, mas com liquidações de encher sacola.
Fins de tarde sem mojitos, mas com sangrias perfeitas e com o memorável tinto de verano.
Madri faz bem aos olhos. É uma cidade linda exatamente em seus atributos urbanos: avenidas, prédios, parques, monumentos, fontes. É histórica, é culta (o Prado sempre merece uma nova visita, o Reina Sofia nem parece um museu, de tão tranqüilo e arejado). Tem aquele fuso horário próprio que tanto nos faz sentido.
E dessa vez, Madri ganhou novos sabores. Mais uma vez nos deliciamos com os bocadillos de calamares, as porções de presuntos, as fatias de tortilla, as batatas com maionese de alho. Mas descobrimos os boquerones fritos, os queijos de leite de ovelha, as azeitonas recheadas. E tudo isso e mais no espetacular Mercado de San Miguel, reaberto depois da nossa primeira estada e agora descoberto por acaso, mas que virou nosso ponto diário de almoço e a mais perfeita tradução do que uam experiência gastronômica pode ser.
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